Quando você vê gansos voando em formação V, pode ficar curioso quanto às razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma. A seguir, algumas descobertas feitas pelos cientistas:

• Fato: À medida que cada ave bate as suas asas, ela cria uma sustentação para a ave seguinte. Voando em formação V, o grupo inteiro consegue voar pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente:

Pessoas que compartilham a direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente porque elas se apóiam na confiança uma das outras.

Fato: sempre que um ganso sai fora de formação, ele repentinamente sente a resistência e o arrasto de tentar voar só, e, de imediato, retorna à formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua frente.

Existe força, poder e segurança em grupo, quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.

Fato: quando um ganso líder se cansa, ele reveza, indo para a traseira do “v”, enquanto um outro assume a ponta.

É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer um trabalho árduo.

Fato: os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente a manterem o ritmo e a velocidade.

Todos necessitam ser reforçados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros.

Fato: quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, dois outros saem da formação e o seguem, para ajudar a proteger. Eles o acompanham até a solução do problema e, então, reiniciam a formação os três ou juntam-se à outra formação, até encontrar o seu grupo original.

A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação.

Será que poderemos aprender com os gansos a trabalhar em equipe?

FONTE: CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos nas Empresas. 5 v., 2002.

A possibilidade de usar telhados verdes já é algo bem conhecido dos amantes de arquitetura, construção e meio ambiente. É também uma realidade em algumas cidades no chamado “primeiro mundo”. No entanto, é bom frisar que muros e paredes também podem ser revestidos com vegetação, e é uma excelente opção para quem não pode refazer seu telhado.

Neste post eu inclui fotos de exemplos elaborados, mas de fato, na maioria dos casos não é preciso “tão grandes investimentos” para termos um muro revestido de verde: basta apelar para as famosas “plantas trepadeiras”, como a Primavera (Bougainvillea glabra) ou as Heras (Hedera helix, Partenocissus tricuspidata), por exemplo. Um conhecimento sobre paisagismo e jardinagem é desejável na hora de escolher uma opção adequada. Por exemplo, a muito usada Unha de Gato (Ficus pumila) é uma planta  muito agressiva, que requer podas constantes, e que ao encontrar fissuras no muro ou parede entra através delas e pode até mesmo provocar danos na estrutura.

Resumindo: coberturas verdes, sejam telhados, sejam paredes e muros têm o poder de inverter a nossa situação climática de aquecimento global: elas favorecem o desempenho térmico interno e externo dos edifícios, proporcionam um maior conforto ao usuário, e também à sua vizinhança. As áreas beneficiadas tendem a tornarem-se mais úmidas com a presença de plantas no local, proporcionando  uma  maior área  com cobertura vegetal, melhorando assim o clima local e a qualidade do ar.

Em virtude das várias funções da vegetação, coberturas verdes desempenham  um papel importante  no  estabelecimento  de  microclimas através do processo de fotossíntese, que auxilia na umidificação do ar, provoca o resfriamento evaporativo, diminuindo a temperatura, a amplitude térmica, e aumentando a umidade do ar. Em dias quentes de verão esta vegetação atuará como um refrigerador evaporativo diminuindo as altas temperaturas e  atenuando o efeito urbano chamado de “ilhas de calor”, contribuindo para a redução dos níveis de  dióxido  de  carbono (CO2) produzidos pelos veículos, indústrias e sistemas mecânicos.

Bom exemplo: A Alemanha concede incentivos fiscais (créditos para área verde/m²) para quem utiliza a cobertura verde em seu terreno. Esta é uma   medida governamental muito interessante: se uma cidade possuir metade de seus imóveis com as coberturas verdes a sensação térmica da cidade irá melhorar em até cinquenta por cento, com a diminuição da temperatura e o aumento da umidade relativa do ar!

Gostaria de convidar você para o “60 Minutos com a RE/MAX”, evento que ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 30 de Novembro.
 
Nesse encontro, com duração de 60 minutos:
 
·         O Franqueado Felipe Monteiro  da RE/MAX Abbryx fará uma breve apresentação da RE/MAX, a maior rede de franquias imobiliárias do mundo, que está em forte expansão no Brasil;
 
·         será apresentado o inédito sistema de remuneração 70/30 da RE/MAX (em que o corretor fica com 70% da comissão);
 
·         e dois corretores de imobiliárias RE/MAX falarão sobre as suas experiências na RE/MAX.  
 
O 60 Minutos será também um excelente momento para formação de parcerias imobiliárias e promoção de negócios.
 
Agradecemos confirmação prévia de presença, o número de vagas neste evento gratuito é limitado.
Dia: 30 de Novembro, quarta-feira
Hora: às 18h30m
Local: na sede da imobiliária RE/MAX Alcance

            Av. Professor francisco Morato 4742 – Sobreloja- Vila Sônia – São Paulo
 
Confirme sua presença preenchendo o formulário (clique aqui) ; caso as vagas esgotem, você receberá um e-mail avisando.
 
Atenciosamente

Na cidade de Porto Feliz, no km 104 da Rodovia Castelo Branco, um lugar de sonho. 

A RE/MAX está vendendo com exclusividade 140 terrenos que medem a partir de 1000 m².’A área total do empreendimento é de 1.456.743 m². Toda a infra-estrutura já está pronta: asfalto, iluminação pública, fiação subterrânea(incluindo fibra ótica), água e heliponto

Como opções de lazer, o empreendimento oferece uma ilha Zen, 05 lagos lindíssimos, quadras de tênis, campo de futebol, restaurante, academia, , SPA & Saunas, conjunto aquático, salão de festas, hípica, playground, pista de cooper.

A sequência de fotos acima fala por si. O que você está esperando para ir conhecer o Residencial Fazenda Alvorada? Me ligue e agende comigo uma visita.

Unidades registraram forte valorização desde 2009
Os preços dos imóveis em Minas Gerais não deverão continuar a registrar a forte valorização verificada desde o início do boom da construção civil em 2009. Para especialistas consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, a tendência é de acomodação nos valores praticados atualmente.

As projeções são resultado de uma redução verificada na demanda, e também na oferta, por unidades habitacionais em virtude do atual cenário econômico em que a país deverá crescer menos que o esperado.

De acordo com o vice-presidente da Área Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), José Francisco Couto de Araújo Cansado, a redução na demanda ocorreu, principalmente, no segmento de alto padrão. Conforme ele, os consumidores adiaram a decisão de compra devido ao temor dos efeitos do cenário adverso na economia internacional no país.

Por outro lado, segundo o vice-presidente do sindicato, a oferta de imóveis para a população de baixa renda e a classe média é menor. Neste caso os lançamentos não estão acompanhando a continuidade da demanda, o que reduz o volume de vendas.

Cansado afirmou que não há projeções para a redução nos preços de imóveis no Estado, uma vez que há uma pressão de custos. “Os valores deverão ter reajustes seguindo a inflação”, afirmou.

Ele lembrou que em novembro, por exemplo, haverá o reajuste salarial dos funcionários do setor, o que irá pressionar os preços. Outro fator apontado é o custo dos materiais de construção que também não apresentam retração.

Legislação – Em Belo Horizonte, as mudanças na legislação também impedirão uma redução nos valores de imóveis. No ano passado, com a aprovação da Lei de Uso e Ocupação do Solo na Capital, houve uma redução no coeficiente de aproveitamento dos terrenos em uma média de 10%.

Isso significa que as empresas terão de levantar menos andares nos prédios e o espaço para a construção dos apartamentos será menor. Também houve mudanças em relação ao tamanho de varandas, garagens e circulação vertical e horizontal das edificações. As mudanças encareceram as unidades habitacionais.

As projeções da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG) também são de uma tendência de valorização dos imóveis em patamares próximos à inflação. De acordo com o presidente da entidade, Ariano Cavalcanti de Paula, a continuidade do incremento nos preços, mesmo que em ritmo menor, se dará em virtude da demanda ainda ser maior que a oferta em Minas Gerais.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) revisou para baixo as estimativas de resultados para 2011. O segmento esperava um aumento de 6%, mas não deverá atingir 4%, ficando no mesmo patamar da indústria geral e do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, conforme já informado.

O atual exercício é considerado pela entidade como um “ano de ajustes”, já que houve uma queda na compra de imóveis em todos os níveis, o que seria reflexo do momento econômico atual.

Outro fator apontado foi a não realização de obras públicas previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. A segunda fase do programa habitacional do governo federal, “Minha casa, minha vida” (MCMV) também não avançou, o que impactou os resultados do setor.

*Publicado em 18 de outubro de 2011/ Diário do Comércio/ Economia

Reportagem de Luiza Duarte para Opera Mundi:

Cada vez mais clientes brasileiros têm investido no mercado imobiliário internacional. Imóveis de prestígio em Paris vêm atraindo as novas fortunas dispostas a desembolsar uma média de 10mil euros por metro quadrado. Com o real forte e o aumento dos preços dos bens no Brasil, eles têm se dirigido para o aquecido mercado da capital francesa, ainda sinônimo de luxo. 

Divulgação/John Taylor

Um apartamento de luxo no estilo do ‘gosto brasileiro’. Com a torre ao fundo, logiquement

“Desde o início do ano, começamos a sentir a chegada de duas novas nacionalidade: brasileiros e chineses”, revela Jean-Philippe Roux, diretor da agência imobiliária de luxo John Taylor. Esses novos compradores têm um pedido especial: a vista para a Torre Eiffel. “Isso é o que lhes interessa mais do que um bom endereço”, diz mostrando que o clichê ainda move as vendas.

O perfil de imóvel que procuram é antigo, com paredes em pedra, recentemente reformado e de dois ou três quartos, usado para receber amigos e desfrutar de temporadas na Europa. O valor da compra fica entre dois e três milhões de euros. “Não se trata de investimento, como é o caso de nossos clientes italianos ou ingleses, que procuram apartamentos menores para curtas temporadas e alugar quando não estiverem. É uma compra por prazer”, define.

Os ricos e milionários brasileiros, por sua vez, tem mais de 40 anos e são empresários bem sucedidos. Segundo Roux, que atende nove deles atualmente. Os donos destas fortunas recentes são casados e com, em média, dois filhos. Eles preferem o oitavo e o nono distrito, localizados na prestigiosa região do Triângulo de Ouro – entre as avenidas Montaigne, Georges V e Champs-Élysées, ou o bairro de Trocadéro, à margem direita do rio Sena.  

Bom negócio

Há dois anos, o empresário brasileiro Roberto Haenel resolveu ampliar seu negócio de aluguel de apartamento de curta temporada em Paris para oferecer um novo serviço para seus conterrâneos: a busca de apartamentos especializada. “O cliente define seus critérios e faço a seleção. Visito quatro ou cinco imóveis por semana. Os que comprei há alguns anos por cinco mil euros ao metro quadrado hoje estão a 12 mil euros o metro quadrado. As pessoas não sabem onde pôr dinheiro, colocam em ações em dólares e eles desvalorizam. Investir no imobiliário é seguro e ele continua valorizando”, avalia Haenel, que cobra 3% do valor do bem comprado como comissão

Com dois milhões de habitantes, boa infraestrutura e segurança, Paris ocupa um lugar de destaque entre os endereços favoritos de quem não precisa economizar. Ao mesmo tempo, a cidade está se tornando mais barata.
 
Segundo a classificação da Menser, publicada este ano, ela é a 27ª cidade mais cara do mundo, 10 posições a menos que o ultimo ranking. Já São Paulo e Rio de Janeiro ocupam hoje respectivamente a 10ª e 12ª posição. “Está mais barato do que no Brasil. Os preços dobraram no Rio nos últimos três anos. Essas pessoas aproveitam para fazer um bom investimento, comprar um milhão de euros”. diz Haenel. 

Luiza Duarte/Opera Mundi

Mercado imobiliário parisiense vive em constante ebulição, sempre com ofertas de imóveis luxuosos destinadas a emergentes  

O fenômeno é recente e ainda não há dados que elucidem a importância financeira da presença desses novos clientes brasileiros no mercado francês. Outros estrangeiros, como norte-americanos, russos e chineses também seriam responsáveis pela prosperidade dos negócios imobiliários na cidade.

Para brasileiro ver

Para atender a nova clientela, as imobiliárias vêm investindo em profissionais especializados. “Já temos um negociador e um arquiteto chineses, outro negociador que fala português e agora teremos um arquiteto brasileiro que trabalha em Paris”, anuncia Roux, dizendo que é preciso estar preparado para a demanda que só deve crescer. Para ele, a garantia que o apartamento poderá ser reformado e decorado ao gosto do freguês, acompanhada pela presença de um profissional de confiança acompanhando as obras e que fale a mesma língua é um fator decisivo na hora da compra. 

O número de clientes brasileiros cresce não apenas na aquisição, mas também no aluguel para pequenas estadias. O público é outro, menos abastado e originário das mais difrentes regiões do Brasil para passar férias em família. Os apartamentos mobiliados em zonas centrais, como o sexto e sétimo distrito, ficam perto das principais atrações turísticas e acabam sendo uma opção mais em conta que um hotel.

“Aumentou muito a demanda. O perfil mudou, antes eram só pessoas de classe alta, que já haviam vindo várias vezes. Hoje, nós temos pessoas que vêm pela primeira vez com trinta anos e que estão numa situação melhor”, diz Vinícius Costa da agência  À la Parisienne, que aluga imóveis de 900 a 3mil euros a semana.

Empresas que têm investido em atender os turistas brasileiros não tem motivos para reclamar. “Começamos com três apartamentos para aluguel de temporada, agora temos 18. Todos 100% alugados”, diz o consultor. Ele afirma o crescimento da presença brasileira pode ser constatada com um simples passeio pelas ruas da cidade.

A valorização imobiliária na capital paulista deve continuar, porém de forma mais tênue, na avaliação do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo, ficando mais próxima dos índices de inflação.

O preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.

Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, justifica a necessidade de uma média ponderada por um período tão longo para evitar distorções pontuais e ressalta que “é preciso tomar cuidado para comparar coisas comparáveis”.

Na capital paulista, por exemplo, o preço do metro quadrado do lançamento variava entre R$ 2.236,51, em Anhanguera, na zona norte, no limite com os municípios de Santana do Parnaíba, Cajamar e Caieiras, e R$ 17.887,21 no Jardim Europa, na zona oeste.

DESACELERAÇÃO

O percentual mostra a desaceleração nos preços, já que, ao longo do ano passado, comparando os meses de dezembro de 2010 com 2009, o aumento havia sido de 27,7%.

“A redução nas vendas mostra que os preços estão batendo no teto”, afirmou o presidente do Secovi-SP, João Crestana, referindo-se à diminuição de 31,3% nos imóveis comercializados no primeiro semestre deste ano na cidade ante igual período em 2010. Na região metropolitana, a queda chegou a 28%.

Ponderando sobre os dados de valorização imobiliária, Petrucci fez questão de destacar que a maior parte das unidades ainda é vendida para quem está comprando o seu primeiro imóvel, logo tem a intenção de morar nele por dez, quinze anos. A importância dos investidores para esse mercado, que querem lucrar com o negócio num intervalo curto, ainda é pequena –o que é saudável, na sua opinião.

O perigo de concentrar as vendas nesse público, ressalta, é que as moradias de um empreendimento sejam devolvidas ao incorporador caso o investidor não consiga a valorização almejada durante a obra, tornando um lançamento inicialmente bem sucedido em um problema para a empresa.

Assista vídeo de reportagem do Jornal da Band sobre o assunto.

FONTE: Clip Imobiliário

Sindicato da Habitação (SECOVI) divulga balanço do mercado no primeiro semestre de 2011, e mostra que a diferença do contexto econômico em relação ao mesmo período do ano passado influenciou negativamente o mercado de imóveis.

Em São Paulo, entre janeiro e junho as vendas em número de unidades caiu 31,3%, mas os lançamentos cresceram 3%. Dentre as unidades vendidas, 80,4% (9.396 unidades) se encontravam em fase de lançamento.

O segmento de 2 dormitórios respondeu por 40,3% do total de vendas acumulado no semestre (4.708 unidades), enquanto imóveis de 3 quartos participam com 29,5% dos negócios (3.441 unidades). Juntos, os nichos representaram 69,8% do volume comercializado na cidade de São Paulo.

 REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO –  A Região Metropolitana, composta por 39 municípios incluindo a Capital, teve 24.178 unidades vendidas, com variação negativa de 28% sobre os 33.576 imóveis negociados no semestre inicial de 2010. As 24.739 unidades lançadas representaram queda de 9,0% frente às 27.187 unidades ofertadas de janeiro a junho do ano passado. A participação da Capital no total de vendas da Região Metropolitana atingiu 48,3% este ano, com redução ante os 50,6% do ano passado.

Imóveis de 2 dormitórios ampliaram a participação, com 11.072 unidades e 45,8% do volume total comercializado no semestre. O mesmo ocorreu com o segmento de 3 dormitórios (7.954 unidades), que respondeu por 32,9% das vendas acumuladas na região.

As unidades de 2 e 3 quartos representaram, juntas, 78,7% do mercado da Região Metropolitana. Vale lembrar que, somados, ambos participaram com 69,8% do volume vendido na Capital.

Tendência – De acordo com esta pesquisa,  ainda que lento e gradual o mercado imobiliário está em um processo de retomada. Apesar da retração das vendas, o volume de lançamentos foi superior, o que demonstra que a oferta está se recompondo, principalmente na cidade de São Paulo.

Não é de hoje que brasileiros têm imóveis fora do país. Isto sempre foi um sinal da riqueza de famílias tradicionais, de grandes industriais, artistas e jogadores de futebol. Mas quando um profissional liberal ou um trabalhador alcançava a possibilidade de ter mais um imóvel além da sonhada casa própria, para gerar renda com aluguel, comprava normalmente na sua própria cidade, numa região com perspectivas de valorização ao longo dos anos. Ou ainda, numa localização de grande procura.

Mas, nos últimos meses, aconteceu algo inédito: A crise americana, e a valorização do Real em relação ao Dólar, permite que com toda segurança brasileiros adquiram imóveis para renda nos EUA, e obtenham rendimentos com aluguel na ordem de 13% ao ano, valor bem superior ao rendimento com aluguéis no Brasil. Aqui, um rendimento com aluguéis de 9,6% ao ano é considerado excelente negócio.

Um brasileiro que disponha de R$ 200 mil para investir neste momento em imóveis, poderá comprar casas de excelente qualidade, já alugadas, e cujo “fiador” é o governo americano. E mais: pode financiar 70% do valor da casa, e pagar este financiamento com o próprio aluguel. É isto mesmo: R$ 60 mil de entrada, e o restante financiado. Para quem sonha em emigrar para os EUA um dia, ou enviar os filhos para lá estudar, eis aí uma oportunidade viável de construir com segurança este caminho.

Logicamente, para os mais abastados, está ainda mais fácil comprar seu imóvel na Flórida, ou em Nova York. O valor do metro quadrado dos imóveis de luxo estão muito mais baixos do que os de imóveis “top” do Rio de Janeiro ou São Paulo. Em outras  palavras: está mais barato morar bem em Nova York e em Miami do que no Rio de Janeiro ou São Paulo.

Na RE/MAX Alcance temos organizado seminários gratuitos cujo tema é “como investir em imóveis nos EUA”. Neste seminário profissionais brasileiros experientes no mercado imobiliário americano falam sobre as leis americanas, sobre como se proteger para não ter que pagar altos impostos com a futura venda do imóvel , sobre o que é necessário em caso de financiamento e qual a diferença entre um imóvel de investimento ou uma casa de férias, entre muitas outras coisas. (Para quem tá chegando agora e ainda não sabe, a RE/MAX é a maior imobiliária americana).  Na minha página RE/MAX você encontra meus contatos para agendar sua participação no próximo seminário.

Veja o que tem saído na imprensa sobre o tema:

Revista EXAME: “É possível comprar imóvel em Miami por 65 mil dólares”

Jornal do Brasil: “Miami: 20% dos imóveis vendidos em 2011 serão comprados por brasileiros”.

Estadão: “Brasileiros buscam imóveis na Flórida”.

Casa no Arkansas: $29 mil

Esta aqui é em inglês, só como curiosiodade sobre os baixos preços: “10 homes you can buy for under $10 per square foot” (1 pé = 30,48 cm; então estas casas estão custando, aproximadamente, menos de $32,80/m²)

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